Éro(s)tique


Quando tu te põe em mim,

Sinto o arfar de teu peito morno,

Que num suspiro sem fim,

Seca minha boca, molda meu contorno.


Saliva em minha pele cálida,

Abriga tu'alma em minh'alma

Me toca com língua tão ávida

Sustenta o anseio e a calma.


Fluímos de poros suados,

Famintos, movendo-se em ardor,

Gritando tão desesperados,

No ápice do profano amor.

2 comentários:

~*Rebeca e Jota Cê*~ disse...

Dizem que a vida tem que continuar, por isso estou aqui pra agradecer as palavras de conforto que recebi no blog e dizer que achei lindo a manifestação e o carinho de cada um de vocês. Obrigado!

JC

Bill Falcão disse...

Profano ou não, é amor.
Bjoo!!